24 setembro 2010

Planalto Leste

 Campanha de plantação de árvores foi um sucesso. Mais informações aqui.


14 setembro 2010

Miradouros da ILHA


Fajâ Domingas Bentas visto do alto de Topo d'Mranda. 
Paulino, zona é d'bóssa, mas a foto é minha, heheheh.

07 setembro 2010

Foto da Semana

Planalto Leste
Este ano ainda não choveu na ILHA, apesar das constantes demonstrações

Foto: BCN

26 agosto 2010

Ribeira Grande: um concelho, duas vilas (duas cidades, aliás)

Na passada segunda-feira, 23, foi publicada no Boletim Oficial a decisão que transforma em cidade todas a sedes de municípios em Cabo Verde (Lei n.º 77/VII/2010). Por conseguinte, o país passa a ter 25 cidades, sendo 9 em Santiago, 4 em Santo Antão, 3 no Fogo, 2 na ilha de São Nicolau, 2 no Sal e as restantes ilhas juntaram-se à São Vicente com uma cidade cada.
Voltando o focinho para a ILHA: o concelho da Ribeira Grande de Santo Antão ganha, de uma assentada, duas cidades: Puvoçon e Ponta do Sol.  Vamos lá falar destas duas urbes, ou melhor destas duas cidades. Tenho uma relação especial com elas. Puvoçon é a minha primeira referência em termos de vivência urbana, é minha escola... era para lá que minha mãe me levava, ainda ao colo, para tomar vacina no então PMI-PF. É a vila das minhas lembranças nos tempos de escola. Foi lá que eu fiz todos os meus estudos secundários e, antes, boa parte dos estudos primários/ básico-integrado.

O meu contacto mais assíduo e consciente com Puvoçon (a nossa agora cidade) começa no ano de 1993. Estávamos em finais de Setembro e ansiava por começar a 4ª classe (a tal classe que, no viva kel vim, todos diziam “ca era brincadera”). Até então tinha estudado na escola nº 9 de Lugar de Guene, (Ribeira da Torre) na famosa escolinha coberta de palha que serviu muitas gerações, mas que a partir do ano lectivo 1993/94 deixou de funcionar como estabelecimento escolar devido ao seu avançado estado de degradação. 
Fomos então transferidos da modesta escolinha de palha, de duas salas apenas, para a majestosa Escola Central, mais tarde rebaptizada Escola Roberto Duarte Silva. Foi um choque: muitos alunos, muitas salas, muitos professores, e nós, meninos com ares rurais, a tentar imiscuir num meio estranho.
Passado pouco tempo já sentia um peixinho a nadar num espaço bem meu. E depressa já conhecia todos os cantos, recantos, ruas, ruelas, becos, gentes e tudo mais da vila, agora cidade. E assim foi até 2002, ano em que concluí o ensino secundário no liceu Suzete Delgado.
Com Ponta do Sol a história é diferente. Era o lugar xique que povoava a o meu imaginário de menino: aeroporto, avião, Légéd, barcos, botes, Empa, o grande edifício da Câmara Municipal... queria lá ir, ia mesmo! Acompanhava meus irmãos mais velhos ou minha mãe nos expedientes nessa vila. Certidões de Nascimento, Bilhetes de Identidade, tudo que dissesse respeito aos serviços de Cartório e Notariado era (é) na Ponta do Sol. Queria ir só para ver o mar de mais perto, ver botes, peixes ainda vivos a saltitar dos botes da Boca de Pistola, avião (Djô Canela) enfim...
Vila bonita, arrumada, ruas largas e limpas, sempre admirei a Ponta do Sol. Hoje a minha relação com essa vila (cidade, aliás) é mais profunda e efectiva. Ultrapassou, por razões sentimentais, aquela relação que mantenho com Puvoçon.
Conheço muito bem estas duas vilas (cidades, aliás). Estão separadas por escassos 4 quilómetros e 50 escudos chegam para uni-las. O tráfego diário de pessoas e produtos entre estas duas vilas (cidades) foi sempre intenso. Intensa é também a rivalidade entre elas. Outrora maior ainda e era mais notória nas partidas de futebol entre as equipas de Rosariense (Puvoçon) e Solpontense (Ponta do Sol) e no Carnaval quando grupos de uma e outra vila (agora cidade) se encontravam. Mas as duas vilas (cidades, aliás) coabitam numa complementaridade interessante. Algumas instituições e serviços estão numa vila (cidade), outros estão noutra. A vida no concelho se projecta e desenvolve-se em torno dessas duas vilas (cidades, aliás). Hospital Regional, liceu, os melhores mercados estão em Puvoçon. Ponta do Sol é o quartel-general do poder local, a capital administrativa do concelho, digamos. Alberga os Paços do Concelho, os serviços Fiscais, o Cartório Notarial, a Cadeia Regional... Puvoçon já não pode crescer mais em termos espaciais, saturou-se e resignou-se por entre montanhas. Ponta do Sol caminha para o mesmo destino. Terrenos já não há.
As duas vilas dormiram e acordaram cidades, tal como muitas outras colegas por este Cabo Verde fora. Nem sequer sonharam! Acordaram cidades e cidades agora vão permanecer. Não sei se as duas urbes pularam de contente ou se encolheram os ombros; se soltaram gargalhadas desmedidas ou se riram timidamente em tom irónico… enfim não sei qual foi a reacção dessas duas vilas ao acordarem-se como cidades. A ILHA agora tem 4 cidades. Porto Novo já não pode gabar-se de ser a única na ilha. A vila das Pombas também agora é ex. vila, é cidade.

Da vila das Pombas não falo porque não tenho uma relação forte com essa vila (cidade, aliás), não conheço os seus becos ou as suas ruelas, a sua vivência como conheço as de Puvoçon e Ponta do Sol. Só conheço a única rua dessa vila, a avenida que começa onde começa a cidade e acaba onde acaba a cidade. Por isso não vou falar dessa cidade. Só vou tentar aprender a dizer Cidade da Vila das Pombas (uups! Assim não! Deve ser Cidade das Pombas). Mas também terei que aprender a dizer Cidade da Ponta do Sol, Cidade da Ribeira Grande de Santo Antão (prefiro dizer Cidade da Povoação ou Puvoçon, se bem que essa designação possa parecer contraditória. Quanto à cidade do Porto Novo, todos já sabem chamá-la cidade.


Mas estou confuso. Vou à ilha e não sei como me dirigirei às duas cidades do meu concelho! Elas me conhecem desde pequenino, viram-me crescer, deram-me drops, rebuçados e outras guloseimas. Deram-me carinho, tenho muito respeito por elas. Quando for abordá-las, como farei? Chamar-lhes-ei cidade? E se responderem: “por amor de Deus, trata-me por Ponta de Sol, por Puvoçon”. E se antecipasse e chamasse cada uma logo pelos próprios nomes, que diriam? Será que me levaria a mal? Será que achariam falta de respeito da minha parte? E se me disserem com ar de reprovação: “agora sou cidade, respeito é bom e eu gosto”. Bem vou tentar encontrar uma solução.


De repente lembrei-me de uma tal cidade linear. Onde foi mesmo que li isso? Já sei, foi num artigo de António Jorge Delgado, publicado há muitos anos, acho que na saudosa revista Kathos do Paúl. Ele propunha na altura uma única cidade linear que abarcaria todas as três vilas da costa norte da ILHA. Será que desistiu da ideia? Desisto eu de escrever mais sobre tantas cidades (cidéd inguerrnel! - diria o outro)

Fotos: BCN

17 agosto 2010

À Caminho de Fontaínhas

Uma perspectiva (de lana) caprina

"Sinal de trânsito" - Estrada Ponta do Sol - Fontaínhas
O poeta escrevera que "as cabras ensinaram-nos a comer pedras para não perecermos". Pois bem, na sua sina de ir escapando a vida o cabo-verdiano encontrou na pedra um grande aliado. Para além de "comer a pedra" o homem santantonense aprendeu a arte de juntar pedra sobre pedra para não ficar isolado. E construiu estradas, veredas, muralhas... muitos vezes desafiando a Natureza mesmo à beira de precipícios. Quem nunca passou pela estrada que liga Ponta do Sol à Fontaínhas, certamente não fará ideia do que digo.

Á propósito, há dias ao passear pela "estradinha" de Fontaínhas deparei-me com uma advertência colocada bem no alto de uma curva: "cuidado com as cabras". Pus-me a pensar: será para alertar o criador de gado para o perigo que esses animais poderão constituir para o motorista? Ou será para chamar atenção do condutor para ter cuidado com um animal, que afinal de contas, ensinou o nativo a domar a pedra???


Fotos: BCN

10 agosto 2010

Universidade agrícola para a ILHA

O professor universitário António Silva, actualmente radicado na Holanda, está em Santo Antão para uma série de contactos tendo em vista a concretização do seu sonho: criar uma universidade agrícola na ILHA. Segundo a Inforpress, António Silva está a manter encontros "com algumas figuras políticas e e quadros na ilha para o pontapé de saída, no sentido da materialização dessa universidade que centrará a sua acção na área profissionalizante".

Ainda, segundo a agência de notícias cabo-verdiana, "essa instituição de ensino superior visará a criação de um 'viveiro de quadros' especializados na área agrícola, capaz de se debruçar sobre a investigação dos mais diferentes aspectos, como o cultivo da cana sacarina e a problemática de mil-pés". Mais detalhes aqui.


Bem, a ideia é interessante... e  Sinta10, que gosta de agricultura e séb pegá n'inxada, vai continuar a cultivar, em regime de policultura, esse pódoce de txon, com ou sem universidade agrícola.
Cana pêxe, cana brésil, cana sénguinha, banana anã, banana roxa, banana prata, nhéme, papaia, bóbra, mendioca, fruta pão, kêfê, tóbói, enfim... tud casta de produto tá dá nesse propriedéde.

Fotos: BCN

06 agosto 2010

Festival Nacional Violino


É hoje, 6 de Agosto,  que arranca mais uma edição do Festival Nacional de Violino. É na Vila da Ponta do Sol. Este ano o certame veio um pouquinho mais tarde, mas chegou! Sinta10, mesmo ao longe, vai lançar a sua espreitadela em torno deste evento que todos os anos homenageia o saudoso Nhô K'Zick.

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Adenda: segue agora o link para a notícia (video) sobre o evento:
http://www.rtc.cv/tcv/index.php?paginas=13&id_cod=4825

04 agosto 2010

Foto da Semana

A partir de agora, destacamos semanalmente aqui no Sinta10 uma foto nossa, sobre a ILHA. A abrir, esta escultura natural com "decoração" humana. Onde? É na foz da Ribeira das Pombas, algures entre Vila (cidade!) das Pombas e Janela.


Foto: BCN

28 julho 2010

Tempos de Crise?



FOTO: BCN

"Pléneta t'umbokód s'melhént", diriam os velhos da ILHA


20 julho 2010

Miradouros da ILHA

FOTOS: BCN

Uma esplêndida vista com a vila da Ribeira Grande (Puvoçon) ao fundo. Panorama a partir do Planalto Leste, algures na descida Corda-Losnã. Nota-se a imponência do cemitério do Alto de São Miguel, no lado direito da Vila

14 julho 2010

Juventude em Marcha - Otaca - Bibinha Cabral: que Simbiose!

No último fim-de-semana assistiu-se na Assembleia Nacional, na Praia, uma apresentação memorável do grupo Juventude em Marcha, em dose tripla. 

Respondendo à um convite de Pedro Martins, o autor do livro Testemunho de um Combatente, o grupo teatral de Santo Antão chamou à si a responsabilidade de interpretar um drama, assente num dos episódios mais arrepiantes da história destas ilhas: as torturas no Campo de Concentração do Tarrafal.

Ainda que o grupo esteja habituado a levar para o palco episódios dramáticos vividos pelo povo cabo-verdiano (caso das secas, as fomes...) sem no entanto deixar de fora o lado hilariante, desta vez não havia lugar para comédia. O grupo soube passar de forma áurea no duro teste, um teste que ficou ainda mais exigente pelo facto de os actores terem de interpretar a peça não na variante que tão bem sabem manejar - a de Santo Antão - mas sim na de Santiago.

Mas, o mais interessante de tudo, quanto a mim, foi a simbiose perfeita que se viu no palco. Foram necessárias cerca de 50 pessoas para dar corpo ao trabalho e, para isso, o grupo contou com as indispensáveis colaborações da sua congénere de Santiago - o Otaca - e do grupo de dança Bibinha Cabral. Foi um coisa bonita de se ver e um verdadeiro exemplo de como as diferentes ilhas poderão desenvolver muito mais a cooperação, a começar pela vertente cultural. 

E mais... a entrada em cena da Terezinha Araújo (5ª foto) a interpretar uma mítica canção dos tempos de luta de libertação, foi de arrepiar. Aliás, quase todas as cenas da peça nos faziam arrepiar. Uma grande oferta ainda na refrega das comemorações dos 35º aniversário da Independência Nacional. 



Fotos: BCN

09 julho 2010

Testemunho de um Combatente


O grupo teatral Juventude em Marcha apresenta hoje, 09, e também nos dias 10 e 11 de Julho, na Assembleia Nacional, a encenação do "Testemunho de um Combatente", peça baseada na obra do mesmo nome, do arquitecto Pedro Martins.

Sinta10 estará presente para registar mais um momento marcante do grupo de  "Nhe Lolita". Prometemos depois um feed-back. Pelo menos, garantimos fotos, hehehe.

Foto: Cena da peça Chuva Braba, numa apresentação na Assembleia Nacioanl. Por BCN

18 junho 2010

Porta mais folgód

É lançado, esta sexta-feira, 18, a primeira pedra para as obras de modernização e expansão do porto de Porto Novo. Vão ser construídos novos molhes, protecção marítima e uma gare de passageiros. Caso para dizer que a única porta de entrada e saída de Sintadés vai ficar mais folgód, pelo que, a partir de finais de 2011, já não haverá tanto congestionamento.

fotos:BCN

05 junho 2010

Cómp d'Fralda


Há dias via imagens do Campeonato Nacional de Futebol, vindas da ilha Brava. Não se conseguia saber, com exactidão, o que os jogadores disputavam: se era a bola ou se eram punhados de massapé (terra bufa). 
Sem querer, dei comigo a comparar o Aquiles de Oliveira com alguns campinhos de fralda da minha ILHA. Se formos comparar seus pisos com o do maltratado Aquiles... Uuh!! 

E mais... pelas ribeiras da ILHA, muitos desses "estádios" até têm parcelas de "relva" natural. Pena é que essas "infraestruturas" são sazonais: vêm umas cheias e o campo corre para o mar. Foi o que aconteceu com o saudoso estádio do Varzim, em Ribeira da Torre (foto). Hoje o "malogrado" jaz no Atlântico (desde Outubro último)

Fotos: BCN

Miradouros da ILHA


Foto: BCN

25 maio 2010

Pê sujo



"A poeira levantada pela movimentação de viaturas e máquinas nas obras de construção da estrada de penetração no vale da Ribeira da Torre provoca transtornos às pessoas que vivem no vale e trabalham na vila da Ribeira Grande.
A denúncia é feita por esses utentes que dizem chegar ao trabalho cheios de pó e pedem que a empresa passe a molhar o piso da estrada de terra batida."
Homero Fonseca, RCV.

A propósito disso, lembrei-me das nossas jornadas diárias à caminho da escola, algo sobre o qual um dia escrevi aqui.


foto: BCN

19 maio 2010

Abóle perfumód

Por estes dias a terra tem dado sinais de querer tremer na ILHA. Desde o passado domingo que tem havido relatos de pequenos tremores de terra, o que tem deixado os sintadezenses algo apreensivos, porquanto não é muito comum a terra fazer rebuliço por estas paragens. 

Alguns órgãos de comunicação social nacionais têm acompanhado, de forma mais ou menos atenta, o desenrolar da situação. Por exemplo, hoje fiquei a saber que em Fajâ Domingas Bentas, "um frasco de perfume, colocado na cabeceira da cama, terá caído em cima de um jovem que na altura se encontrava deitado" Uaabaaaak, esse kê abóle,  uma notícia, ou melhor, um abóle perfumód, pá!!!!

Bruno Faria, um especialista da área, já pedi pa maltas estód dsegód, porque isso poderá ser (apenas) a libertação de tensão por parte das rochas (ês devê estód stressód, digo eu). 

O Boss da Administração Interna também já reagiu, a partir das Canárias, onde se encontra em visita de trabalho. Lívio Lopes  disse que o executivo está a acompanhar a situação com a devida atenção. Até comparou Sintadés com a ilha Brava, onde, como disse, a actividade sísmica é, de longe, mais intensa do que Santo Antão.

Por isso, maltas, e'n nê pe bsot tremê ke medo.... so terra já basta!!!  (ma, gent e'n de brinncá ke kosa séria, assim diz mamãe).

FOTO: Um vulcãozinho algures entre Janela e Porto Novo 
(Por: BCN)

18 maio 2010

07 maio 2010

S'bi Montanha (B'eská k'fêzê)

Há dias via na Televisão Nacional um programa sobre o combate às drogas. Nessa edição, falava-se do alcoolismo no concelho da Ribeira Grande de Santo Antão (a verdadeira droga no concelho chama-se grog)
Numa determinada altura, quando a jornalista entrevistava alguns jovens, uma moça respondeu que no concelho "não há nada para fazer, não há nada para ocupar os tempos livres". Nisto, a repórter replicou: Mas, com tantas montanhas, tantas paisagens lindas, voces não fazem campismo ou outras actividades do género?" visivelmente desconcertada e meio atabalhoada, talvez por causa do termo (campiiiissmooo!!!!) a  moça deixou sair um Não, meio com a boca, meio com a cabeça.

Pois bem, campismo, caminhadas, escaladas... ai como adoro escalar montanhas e sentir a brisa bem fresquinha, ver a paisagem de um outro ângulo, experimentar o (des)conforto da vertigem e fazer umas fotos d'riba pr'ó bóxe. É uma das minhas ocupações preferidas na ilha onde "não há nada para fazer nos tempos livres"

As fotos, feitas no último verão, mostram duas escaladas distintas: uma ao Topo de Miranda e outra feita no percurso Planalto Leste - Ribeira da Torre.



24 abril 2010

Cordas do Sol (de novo) na Praia



Há pouco mais de de 3 meses atrás o grupo Cordas do Sol apresentava na Praia o mais recente disco, Lume de Lenha. O sucesso foi tal que os organizadores do espectáculo prometeram trazer o grupo de volta. Mas, confesso que não estava a espera que esse regresso fosse acontecer tão cedo.

Pois bem, no regresso de uma digressão pela Europa, o grupo de Sintanton vai aterrar na Praia para mais um concerto. É já no dia 7 de Maio.  Quem não esteve no show anterior, tem agora esta oportunidade. E para quem la esteve antes, que tal reviver uns bons momentos na "quentura" de um Lume de Lenha?

Até que chegue à capital do país, o grupo vai passeando pelos palcos da Europa. No link a seguir pode ver a participação do grupo num programa da televisão portuguesa SIC. Veja a actuação aqui